Comprar (financiado)
R$
R$
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ITBI + escritura.
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IPTU, reparos.
Alugar
R$
Quanto custaria alugar um imóvel parecido hoje.
Premissas
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Líquido, ao ano.
anos
Por quanto tempo comparar.
Resultado da simulação
Comprar
Valor do imóvel no fim
Saldo devedor no fim
Patrimônio no imóvel
+ Investido (sobras, se houver)
Patrimônio final
Alugar + investir
Investimento inicial
Total pago em aluguel
Aportes da diferença
Patrimônio final (carteira)
O resultado é muito sensível às premissas. Valorização do imóvel e rendimento dos investimentos, principalmente, mudam o veredito. Use valores realistas e teste cenários. O patrimônio do imóvel considera a venda sem custo de corretagem (~6%); para vender de fato, desconte isso.
A decisão não é só financeira: comprar traz estabilidade e liberdade de reformar; alugar traz flexibilidade para mudar de cidade/emprego e não imobiliza patrimônio. Considere seu momento de vida.
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Perguntas frequentes
Como a comparação é feita?
Colocamos as duas opções na mesma base de caixa. Quem aluga investe desde o início o dinheiro que seria a entrada + custos de compra, e todo mês investe a diferença quando alugar sai mais barato que a parcela + manutenção. Quem compra acumula patrimônio no imóvel (valor valorizado menos o saldo devedor). No fim, comparamos o patrimônio total de cada um.
Por que às vezes alugar vence?
Quando o rendimento dos investimentos supera a soma da valorização do imóvel com a economia de não pagar aluguel, e quando os juros do financiamento são altos. Com juros imobiliários altos e um bom rendimento na renda fixa, alugar e investir a diferença pode superar a compra — especialmente em horizontes mais curtos.
Que valorização e rendimento usar?
Imóveis costumam valorizar perto da inflação no longo prazo (4% a 6% ao ano em média, variando muito por região). Para o rendimento, use uma taxa líquida realista da renda fixa (próxima do CDI líquido). O resultado muda bastante com essas premissas — vale testar cenários otimistas e conservadores.
Esta ferramenta apresenta uma simulação educacional e não constitui recomendação de investimento ou de crédito. Os resultados dependem fortemente das premissas informadas e desconsideram TR, seguros do financiamento, imposto sobre ganho de capital na venda e custos de corretagem.